11/08/2015
por Douglas Vasquez
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Eu nunca imaginei que cursaria Jornalismo. Não era algo que eu sonhava desde criança, a opção nem passou pela minha cabeça. Juro! Mas depois que parei para pensar sobre o curso que estava escolhendo percebi que essa escolha sempre esteve subconsciente em minha vida.

Vou explicar o por quê.

Eu me formei no colegial em 2012 e desde que a pergunta sobre qual faculdade eu iria escolher começou a aparecer no meu dia-a-dia eu já sabia o caminho que queria seguir: o entretenimento, a arte. O motivo é bem simples, eu sempre fui uma pessoa artística, desde muito novo. Se eu queria desenhar super bem, eu treinaria todos os dias até alcançar o nível desejado, se eu queria atuar, então eu participaria de todos os projetos de teatro que eu encontrasse – e até mesmo criaria meus próprios roteiros em casa -, se eu queria ser uma estrela e sair em turnê pelo mundo, então eu cantaria no chuveiro e ensaiaria bastante (sério, minha mãe cansou de ser obrigada a me assistir performando na sala de casa). Pense em um campo artístico e eu provavelmente já me joguei nele.

Mas durante todo esses anos uma coisa sempre me acompanhou: a escrita.

Todo o tempo eu estava escrevendo. Fosse compondo músicas para os meus discos vencedores de múltiplos Grammys, fosse para peças de teatro, fosse para livros que eu nunca publicarei ou até mesmo para histórias em quadrinhos. Eu estava sempre escrevendo e escrevendo e escrevendo. Até que eu criei um blog.

Desde que eu me joguei no mundo dos blogs, dos fansites ou whatever, eu estava escrevendo e noticiando diversos assuntos. Eu estava praticando o jornalismo e nem sabia. Então quando escolhi o curso de Jornalismo no finalzinho do ano passado eu não estava nem um pouco apreensivo ou com um pé atrás, com medo de não ter feito a escolha certa. Meu consciente não queria o Jornalismo, queria Artes Cênicas, mas meu subconsciente sabia o que fazer – mesmo que tenha demorado 3 anos para perceber isso.

O momento maior empurrão que eu tive a respeito do curso foi quando eu assisti o vídeo da Karol Pinheiro. Ela é jornalista e trabalhou na Capricho por 7 anos (!) e agora vai publicar um livro, além de ter um blog super bem sucedido. É uma das minhas fontes de inspiração definitivamente.

Eu percebi que me encontrei nesse curso. Não estou preso à uma só coisa, eu posso fazer tudo o que sempre sonhei. Posso ser uma estrela, posso publicar um livro (vários de preferência), posso continuar escrevendo e posso continuar desenhando.

E sabem de uma coisa? Eu tenho adorado as aulas e estou ansioso pelo que me espera nos próximos semestres.

(Na foto: Fabrício, eu, Alice, Beatriz #1, Beatriz #2 e Isabela. Calouros de Jornalismo, 1º semestre de 2015.)

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