04/08/2016
por Douglas Vasquez
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Crescemos fazendo milhares de planos, sonhando com coisas surpreendentes e nos planejando para o que faríamos caso tudo aquilo que desejamos acontecesse de verdade. Gastamos horas desejando novas aventuras, novos amores e novos ares. Nos lapidamos a vida inteira para alcançar todos os detalhes da vida que planejamos.

Mas e quando todas as peças começam a se encaixar e o quebra-cabeças que parecia tão distante de estar completo, finalmente parece fazer sentido? Quando de longe avistamos a primeira bandeira da longa jornada, que afirma que você está caminhando na estrada certa, aparece no horizonte? O frio na barriga é instantâneo, as mãos soam frio e um milhão de perguntas passam pela sua cabeça.

Se está tudo dando certo, o que há a temer? Se está tudo dando certo, por quê há de criar obstáculos no meio do caminho? “Quem realmente quer, dá um jeito e não uma desculpa”, já ouvi milhares de vezes e é verdade.

Na vida, às vezes precisamos abandonar quem éramos para nos tornarmos quem realmente somos. É preciso deixar para trás velhos hábitos para encarar novas rotinas. Estamos em constante mudança, mas o novo ainda me amedronta. O que há do outro lado da esquina? Estou fazendo a escolha certa?

Apenas saberemos caminhando, seguindo em frente. É preciso.

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03/08/2016
por Douglas Vasquez
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ISBN 978-85-01-10573-8 | Galera Record, Romance | 3ª Edição, 2015 | 335 páginas

“Não pergunte sobre o meu passado. E nunca espere de mim um futuro”, é dessa forma que Miles Archer, o piloto e personagem principal do livro mais aclamado de Colleen Hoover define o tom de sua relação com Tate Collins, à estudante de enfermagem que muda-se para o apartamento de seu irmão (que mora logo à frente) e transforma a sua vida completamente.

Colleen é uma máquina de escrever livros. A autora acumula em seu currículo o total de 15 obras – e contando -, sendo apenas três delas em parceria com a sua melhor amiga, Tarryn Fisher (a série Never Never). Ela também é autora da famosa série “Métrica”, aposto que você já viu. Eu tenho uma dúzia de amigas que já leram todos esses livros de Colleen e eu já até tive a oportunidade de falar com ela, através da minha inspiração/amiga Anna Todd (autora da Série After) que estava na casa dela ENQUANTO conversava no Skype comigo e alguns outros amigos (PS: A foto como prova), e antes de comprar o seu livro mais aclamado eu recebi um número indefinido de recomendações.

Comprei “O Lado Feio do Amor” em um ato de “se não pode com elas, junte-se à elas”, eu queria ler com meus próprios olhos se os romances destruidores de corações era tudo isso mesmo; e foi no impulso, dentro de uma livraria Saraiva, que eu peguei o exemplar de uma pilha de outros e levei ao caixa. E eu ganhei “Métrica” alguns meses depois, mas ainda não li.

Foi a melhor decisão relâmpado que eu poderia ter tomado naquele dia.

O livro vale o hype todo (basta uma busca por seu nome original, “Ugly Love” em inglês, no Tumblr que verá), Colleen cumpre o que promete e ainda surpreende. Vou te explicar o por quê.

“O amor nem sempre é bonito, Tate. Às vezes você passa o tempo inteiro desejando que um dia ele mude. Que melhore. E aí, antes que perceba, você já voltou para a estaca zero e perdeu o seu coração em algum lugar no meio do caminho.”

Em “Ugly Love”, acompanhamos duas histórias paralelas, uma no presente e outra no passado (que explicará o desfecho do que está acontecendo no presente). Responsável por contar os capítulos do presente, em primeira pessoa, temos Tate Collins, uma garota jovem que se muda para o apartamento do irmão mais velho, Corbin, em São Francisco para se dedicar ao mestrado em enfermagem.

Tate conhece Miles, o melhor amigo de seu irmão de forma muito cômica e bizarra, justamente no dia em que data 6 anos de um acontecimento chave na vida do personagem. Com ela, vemos o desenrolar de um relacionamento nem um pouco sadio e muito destrutivo – em ambos os lados.

Miles deixa claro que ao se relacionarem, ela não deve esperar um futuro com ele e não deve questioná-lo sobre o seu passado (e família, consequentemente). É apenas sexo, entre dois adultos conscientes, que supostamente sabem o que estão fazendo. MAS é claro que nada disso dá certo, não é mesmo? Intercalando entre os capítulos do presente, Miles é o responsável pelo point of view dos capítulos que acontecem 6 anos antes dos dois se conhecerem.

Os capítulos de Miles são o alívio cômico do romance – não que Tate não tenha suas peripécias inocentes e conversas divertidíssimas com o seu melhor amigo, Cap, o porteiro. Nesta parte da história, estamos dentro da cabeça de um jovem Miles, prestes à se formar no terceiro ano do ensino médio, ainda patinando para descobrir quem é na fila do pão. Capítulos completamente desconstruídos, em formatos diferentes, desregulados e desconexos, compõem uma grande parte da história que me fizeram gargalhar até a barriga doer dentro do ônibus circular; acredito que muito do humor do livro vem da própria Colleen. Ela é muito divertida. (Again, ainda não li os outros 14 livros que ela publicou).


Música oficial escrita e cantada por Griffin Peterson para o livro

“É assim que acontece quando uma pessoa desenvolve atração por alguém. Ele não estava em nenhum lugar e de repente, ele estava em tudo. Quer você queira ou não.”

O desfecho da história de Miles, 6 anos antes, é incrivelmente bem pensado e algo tão cruel que eu nem sequer havia passado pela minha cabeça. A diferença no tom dos capítulos entre o presente e passado do personagem é visível e completamente compreensível. Todas as vezes em que eu ouvi das minhas amigas que eu iria chorar com esse livro passaram pela minha cabeça no mento em que eu terminei um dos capítulos. Da página 1 até a página 334, que encerra o livro com o Epílogo, minha cabeça não pensava em outra coisa o dia inteiro a não ser no momento em que eu iria poder sentar e ler este livro. Cheguei a pensar que é uma pena o livro não ser o início de uma série de livros. É apenas um, sem mais.

Embora não exista mais o que contar em livros seguintes, pois Colleen tratou de amarrar completamente a história do início ao fim, eu queria mais. Eu não me importava se as sequências tinham o potencial para serem ruins, eu apenas queria mais livros em que eu teria Miles Archer e Tate Collins falando pelos cotovelos nas páginas na minha frente.

“As partes feias do amor não podem te levantar. Elas te DERRUBAM. Elas te seguram. Te afundam. Você olha pra cima e pensa, eu queria estar lá em cima. Mas você não está. O feio do amor se torna você. Consome você. Faz você odiar tudo. Faz você perceber que mesmo todas as coisas bonitas dele não valem a pena. Sem as partes bonitas você nunca arriscaria se sentir assim. Você nunca se arriscaria a sentir o feio. Então você desiste. Você desiste de tudo. Você nunca quer amar novamente, não importa de que forma, porque nenhum tipo de amor vale a pena viver o feio do amor novamente.”

Mas espera aí! Ainda tenho mais a contar!

O livro é tão bom, mas tão bom, que é o primeiro da autora que VAI GANHAR FILME!

nick bateman ugly love aquelecliche

Isso mesmo, teremos Miles Archer e Tate Collins nas telas do cinema! Quando? Não sei. O filme está em fase de pré-produção desde 2015 (!) e até agora contamos apenas com a confirmação do ator Nick Bateman no papel principal – ele tá tão empolgado com o personagem, gente! – e com (SIM) um teaser trailer. E nem começaram as gravações, viu?

A produtora do filme (que ainda é um mistério, acreditem), ficou encarregada de anunciar o elenco ainda neste ano, mas por enquanto ficaram só na conversa. Os fãs especulam intensamente quem dará vida à Tate e fará companhia para o deuso Nick Bateman nessa jornada de emoções que é Ugly Love e o ator que já sabe quem é, adora deixar os fãs mais ansiosos. Agora vou parar de tagarelar, confere o teaser aí embaixo e stalkeia o muso no Instagram.

PS: Prometo atualizar esse post com fotos dignas do livro! 

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02/08/2016
por Douglas Vasquez
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Moda não é um assunto muito frequente por aqui, por mais que eu queira e por mais que esse tenha sido um dos pilares principais do meu planejamento do blog há pouco mais de 2 anos atrás (!). Especificamente moda masculina, então? Look do dia? Simplesmente não fazem parte do cotidiano deste blog está lendo agora. E sem promessas de tentar mudar da noite para o dia, mas na esperança de que algum dia, quem sabe.

Pra começar e quebrar um pouco da mesmice de tópicos que posto aqui, eis uma linda lista dos blogueiros de moda masculina que eu leio (cof cof) e sigo nas redes sociais.

Você vai notar que não são brasileiros, mas gringos: americanos, franceses, whatever; então já adianta o Tradutor ai! haha

iamdrewscott

Drew Scott // imdrewscott.com

Drew, de todo dessa lista, é o que tem o estilo mais parecido com o meu. Ele usa e abusa em seus looks de muito preto, jeans, estampas e couro. É uma grande referência para o meu cotidiano.

matthias stylnxe aqueleclichecombr

Matthias // stylnoxe.com

O Matthias é francês e mora em Paris. Seu estilo é bastante europeu, onde varia do jeans e cores frias ao jovem social pronto para o business.

magicalfashion sergio aqueleclichecombr

Sergio Alba // magical fashion

Sergio é espanhol e por ser bastante jovem isso reflete em seu estilo. Seus looks são bastante refrescantes e voltados para o verão, por isso abusa de shorts e varia de cores pastéis à muito vivas e alegres.

yummertime aqueleclichecombr

Chris Lin & Brock Williams // yummertime.com

Além de terem uma das fontes MAIS PERFEITAS na logo do blog, o casal, assim como Sergio, abusam de cores vivas e looks voltados para o verão. O Instagram dos dois é a coisa mais linda de acompanhar!

galla blog aqueleclichecombr

Adam Gallagher // iamGALLA.com

Adam já é bastante conhecido no ramo da moda masculina por mesclar muito bem seu estilo Californiano (de onde é nativo) e o social Novaiorquino. Além de ter um dos melhores blogs sobre o assunto.

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