31/01/2016
por Douglas Vasquez
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Photo via Visualhunt.com

Você já ouviu falar em Newsletters, certo?

Tenho certeza que sim, afinal, eu sei que você é inscrito na que tem aí no cantinho do blog – e se não for, vou te convencer a se inscrever até o fim deste post. Mas caso você seja too cool for this e não conheça, vou te explicar bem direitinho como funciona. Sigam-me os bons!

Eu sou uma pessoa que é apaixonada por e-mails. Sério. A minha caixa de entrada é toda organizadinha, com pastinhas e categorias para cada tipo de e-mail que eu recebo. Eu abro diariamente, leio, deleto o que for desnecessário guardar e arquivo aquilo que é pra ficar no coração. Mas essa semana eu descobri uma face diferente do mundo das Newsletters que eu nem sabia que era trend e tá me deixando ansioso a cada notificação de e-mail que eu recebo. Eu adoro receber e responder e-mails, e se você também é assim, saiba que eu já te amo, meu caro leitor!

Newsletter é um meio utilizado por blogueiros e aqueles sites de compras que todo mundo usa uma vez na vida (ou várias), tipo Saraiva e Amazon, que você se inscreve e recebe em seu e-mail novidades de produtos – no caso das lojas virtuais – e avisos de posts novos e etc, no caso de blogueiros como eu. Essa era a finalidade da minha Newsletter quando criei há meses atrás. Juntar uma galerinha interessada em receber posts antecipados e updates sobre o blog em que você está semanalmente (ou quando me desse na telha, pra ser franco) e aos poucos ir criando uma tribo unida pra mandar muitos abraços virtuais. Um pouco mais de uma dezena se inscreveu aí no cantinho, o que é awesome, meu amigo e eu prometi que ia só mandar coisa interessante. Não mandei nada, na verdade só agora, mas enfim…

Acontece que as tais newsletters estão totalmente in agora e estão sendo utilizadas de uma outra forma, mais íntima e pessoal, que muito me agrada. A Anna Vitória explicou nesse post super didático, o que é melhor do que eu jamais poderia, então eu sugiro que você vá até o cantinho dela ler – e leve uma xícara de chá contigo – pra ficar mais por dentro do movimento.

Basicamente, é uma forma de receber e-mails com conteúdo específico e num tom de amizade da pessoa em que você se inscreveu, “às vezes a pessoa escreve sobre algo que aconteceu naquele dia, uma crônica, resumo da semana, compartilha links legais e faz algumas reflexões. Quase como, ou exatamente como, um blog pessoal, desses old school que todo mundo adora dizer que estão morrendo“, parafraseando a querida Anna. Praticamente uma coluna semanal, sacou?

Mas ué, Douglas, se o intuito é postar crônicas e reflexões, por que você não faz isso aqui mesmo no blog? Aí é que está. Na real, não tem motivo nenhum pra não postar aqui no meu cantinho clichê, mas eu que sou mesmo uma maria-vai-com-as-outras lendo tantas newsletters legais, também quis fazer igual. Afinal, que mal tem espelhar um pouco mais sobre a minha vida nem tão interessante na sua vida tão mais interessante do que a minha?

Eu jamais trocaria o conteúdo do blog para um conteúdo de newsletter. Continuarei aqui como foco principal, com todas as pautas mais importantes, resenhas e etc etc etc, como sempre será! A internet virou um mundão sem dono, crescendo a cada dia – assisti o filme “Her” outro dia e muito me abriu os olhos, mas isso é um causo que deixarei para newsletter – onde todo o conteúdo é jogado na sua cara e sua página na webs está disponível para qualquer pessoa e na newsletter eu posso ter mais controle de quem lê o que eu escrevo.

Eu poderei e irei contar coisas mais despreocupadas, coisas que não seriam interessantes deixar por aqui, coisas que eu contaria para meus amigos e depois riríamos (ou choraríamos porque é isso o que fazemos) e logo ficaria por isso mesmo. Algo mais jogado e descontraído. E o bom disso tudo, qual é? Você que está lendo poderia me responder com uma cartinha virtual (que é muito amor) e nós iriamos bater um bom papo sobre qualquer coisa que você quiser ou for tópico da quinzena.

Aliás, semanal ou quinzenal, eu não sei ainda. Vamos combinar que eu não sou bom em periodicidade e vamos ver no que dá por aí mesmo, beleza?

Te convenci a se inscrever na minha newsletter (que vai continuar se chamando Aquele Clichê por motivos óbvios)? Então coloca seu nominho e e-mail logo abaixo que a partir dessa semana já vai ter um conteúdo novinho em folha chegando na sua caixa de entrada.




 


Quer mais? Vou listar abaixo as minhas newsletters favoritas e assim você pode entrar para o time dos viciados em receber updates que te fazem gastar uns bons 10 minutos de entretenimento despreocupado. Eu amei tanto essa onda que até criei uma categoria no meu e-mail chamada “The Perks of Being a Wallflower” pra arquivar todas as cartinhas que eu estou inscrito!

No Recreio, por Anna Vitória – Afinal, depois que você conhece essa pessoa maravilhosa que escreve muito e tem muito a dizer sobre tudo, você não se cansa de pedir por mais. Todos merecem uma Anna Vitória em suas caixas de e-mail.

I’m Not 12, por Irena Freiras – Só decidi que deveria escrever esse post após receber a incrível newsletter dela sobre Orguilho e Preconceio/500 Days of Summer/Hart of Dixie. Além das ilustrações fofas (já falei da Irena por aqui), é sempre um papo bem legal pra relaxar enquanto coloca a cuca pra pensar.

Me Deu Na Telha, por Analu Bussolar – O blog da Analu é um dos meus vícios secretos há meses, daqueles que você não espalha por que sente ciúmes, sabe? E agora tem a tal da newsletter, que eu já chorei de rir e me identifiquei muito com a primeira que recebi. Also, já até troquei uns e-mails com a fofa.

Já posso começar a te mandar foto de gatinho fofo, inclusive da minha? Espero que sim! Te vejo por lá! 😉
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13/01/2016
por Douglas Vasquez
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Esse ano foi muito bom para a música pop. Tivemos o retorno de alguns artistas que álbuns triunfantes – porém que “decepcionaram” no charts – e também debuts de outros nomes que grudaram em nossas cabeças e já reservaram o seu lugarzinho especial para os próximos anos.

Desta vez, a minha retrospectiva será um pouco diferente da que eu fiz no ano passado, quando usei apenas o resumão que o Last.fm fez com o que eu mais ouvi durante o ano. O motivo da mudança deste formato é apenas porque meus scrobblers lá na rede social ficou bastante defasado… O aplicativo não contabilizou diversas vezes o que eu tocava no meu iTunes de desktop e nem o que eu tocava no meu celular (é possível? I guess so), apenas o que eu escutei pelo Spotify, que convenhamos, não foram muitas vezes.

Então movido pela minha própria opinião e uma leve pesquisa na minha biblioteca musical, aqui estão os álbuns que mais ouvi durante 2015 – que mais uma vez: foi bom. *ATENÇÃO: ISSO NÃO É UMA LISTA DE MELHORES ÁLBUNS LANÇADOS EM 2015*

Carly Rae Jepsen – E•MO•TION

Que a Carlizinha é meu xodó todo mundo já sabe, afinal, foram só elogios no post que eu fiz sobre o “KISS”. Enquanto no segundo álbum ela flerta com melodias bobinhas e só quer talvez, que você ligue para ela, em “E•MO•TION” a conversa é mais séria. Ela ainda continua com a vibe jovial – que convenhamos já é característica dela -, porém mais amadurecida, o som naturalmente referencia os anos 80 (uma década que ela mesma já admitiu ter completamente se inspirado). As letras do álbum são diversas, indo de canções românticas às apaixonadas desilusões amorosas, assim como também aborda amizade. Infelizmente o disco não foi lá bem das pernas e chegou a ser cogitado como um fracasso comercial… Mas a Carly já disse que não liga e sinceramente? Nem eu. 1989 who?

Favoritas: “Run Away With Me”, “Warm Blood”, “Your Type”, Let’s Get Lost”, “LA HAllucinations” e “All That”

Years & Years – Communion

O trio britânico liderado por Olly Alexander foi uma surpresa completa pra mim esse ano. Um dia antes do meu aniversário me peguei curiosamente ouvindo o álbum de estreia dos garotos e já no dia seguinte cantarolando “Ties” por aí. O álbum é um dance pop bem gostosinho cheio de canções sobre corações partidos, desejos e até mesmo sexualidade. Guardei no meu coração 4evah!

Favoritas: “Ties”, “Desire”, “Shine”, “Take Shelter”, “Memo” e “Border”

Marina and the Diamonds – FROOT 

Me controlando desesperadamente para não colocar o “Electra Heart” na lista desse ano, apesar de ter ouvido muito (muito mesmo) e reprisar a quantidade de Marinãos que apareceram na lista do ano passado, porém ouvi bastante “FROOT” também. A feira foi lançada no primeiro semestre desse ano e garantiu uma grande visibilidade para a carreira da Marina esse ano – apesar dos pesares *cof lolla cancelado cof* – e trouxe de volta às músicas da cantora a excentricidade que ouvimos em “The Family Jewels”, só que um pouco mais amadurecidas. A fruteira da Marina esse ano foi bastante ácida, recheada de canções amargas com melodias bonitinhas, que renderam o que falar entre nós Diamonds.

Favoritas: “Can’t Pin Me Down”, “FROOT”, “Blue”, “I’m a Ruin” e “Immortal”

One Direction – FOUR

One Direction foi uma grande descoberta na minha vida esse ano logo depois que eu li AFTER pela primeira vez. Não que eu já não gostasse dos meninos antes, há quem diga que eu já fui viciado no debut “Up All Night”, mas esse ano eu bati no peito e vesti a camiseta directioner! De todos os álbuns (incluindo o Made In The AM), o FOUR foi o que mais ouvi em 2015 e também é o meu favorito/xodó/vou guardar pra sempre no meu coração.

Favoritas: “Ready To Run”, “Where Do Broken Hearts Go?”, “Stockholm Syndrome”, “Clouds”, “Night Changes”, “No Control” e “Fireproof”

Melanie Martinez – CRY BABY

Quando eu vi a Melanie pela primeira vez foi em um set acústico para o seu primeiro EP e não nego: me causou estranheza. Eu achava super bacana o estilo diferente e a personalidade mais infantil que a Melanie trazia ao vídeo (em um estúdio que muito me lembrava os primeiros acústicos da Marina, simulando uma casinha), mas ficou por isso mesmo.  O encanto e a vontade de acompanhar a carreira dela veio um pouco depois, quando saiu “Pity Party”, e desde então foi só amor. Ouvi muito o álbum desde que saiu e continuo até hoje cantarolando as letras ácidas num tom docinho e cor-de-rosa.

Favoritas: “CRY BABY”, “Soap”, “Pity Party”, “Ms. Potato Head”, “Sippy Cup”, “Alphabet Boy”, “Pacify Her” e “Tag, You’re It” (ok, quase todas mesmo) – aprendi a amar “Training Wheels” há pouco tempo, então… ♥

Tokio Hotel – Kings of Suburbia

Nunca gostei de Tokio Hotel quando a banda estava no auge. Ouvia “Automatic” uma vez ou outra quando passava no Top 10 MTV e olhe lá, até fazia careta. Só que 2015 foi um ano de descobertas musicais, não é mesmo? E Pimba! Quando eles lançaram o clipe de “Girl Got a Gun” eu continuei não achando tudo isso, mas aí eu ouvi o disco… Pra vocês terem noção eu até comprei o álbum deluxe duplo e fiquei com uma pontinha de inveja de quem pode comprar a super deluxe box com todos os itens de colecionador (veja aqui a perfeição de caixa). Ah, eu fiquei por um triz de ir no show único da turnê “Feel It All” que eles trouxeram para cá ano passado! hehe

Favoritas: “Feel It All”, “Love Who Loves You Back”, “We Found Us”, “Louder Than Love” e “Dancing In The Dark”

Adore Delano – Till Death Do Us Party

Sabe aquela febre “RuPaul’s Drag Race” que todo mundo teve no primeiro semestre do ano? Então, eu também tive e binge watched várias temporadas, em uma dessas conheci a preciosidade chamada: Adore Delano. O álbum é um electro-pop bem trabalhado para as boates mesmo, mas ainda assim carrega toda a excentricidade da cantora (que está para lançar o segundo esse ano, “After Party” ♥ VEM!). Foi o suficiente para me deixar no replay por meses e ainda sair espalhando os clipes pras amigas verem também.

Favoritas: “Party” (aka lacração total), “I Adore You”, “Speak My Sex”, “Hello, I Love You” e “Calling All Goddesses”

Katy Perry – PRISM

O “PRISM” já é relativamente velho e entrou na minha lista do ano passado também, mas vocês sabem que eu amo a Katy Perry muitão então não podia deixar de fora, afinal a verdade é uma só: eu ouvi e muito em 2015. Me arrisco a dizer que é o meu favorito dela… mesmo com o “Teenage Dream” me cutucando por isso. As músicas são ótimas e eu tenho uma conexão mais pessoas com ele, bem mais do que eu tive com o TD, é um lema pra vida: “Let the light in.”

Favoritas: “Birthday”, “Double Rainbow”, “Ghost”, “Spiritual”, “Legendary Lovers”, “Roar”, “Unconditionally”, “It Takes Two” e “Love Me”

Troye Sivan – WILD (EP)

Quando o bae lança alguma coisa, seja ela o que for, obrigatoriamente vai entrar pra qualquer lista que eu fizer. Por que eu escolhi colocar o “WILD EP” e não o álbum “Blue Neighborhood”? Simples: O EP foi o que eu mais ouvi. O disco de estreia só foi lançado em dezembro e com metade das músicas que o EP carrega, so… Sintam-o incluído também! Ouvi tanto esse EP que até a minha mãe já tava cantando os gritinhos que as crianças dão na música (o “Hey!”). Curiosidade: Eu gravei um vídeo reaction à minha primeira ouvida e coloquei no meu canal do Youtube, mas ficou tão ruim (muito mesmo) que o vídeo tá privado… he he

Favoritas: “WILD”, “EASE” e “FOOLS” – do BN: “COOL”, “TOO GOOD”, “YOUTH”, “BLUE”, “for him.” “HEAVEN”, “SUBURBIA” e “LOST BOY”

Charli XCX – SUCKER

O “SUCKER” saiu no final do ano passado, quando os meus feels estavam uma loucura e tudo o que eu fazia era ir dormir ouvindo o “True Romance” – ele me faz sentir muito ao mesmo tempo e de alguma forma, me fazia bem – e não podia ter chegado em melhor hora. Charli traz um pop alegre, mas também bastante amargo e com batidas pesadas e guitarras por todo o lado, me divertindo e descarregando energias ruins ao mesmo tempo. Box? Karatê? Pra quê quando eu tenho um “FUCK YOU, SUCKEEEEEEEEER” pra gritar pela casa toda?

Favoritas: “SUCKER”, “Breaking Up”, “Doing It (sem e com a Rita Ora)”, “Break The Rules”, “Famous”, “Need Ur Luv” e “Boom Clap”

Taylor Swift – 1989

OUTRA MASTERPIECEmasqueeutôenjoandodeouvir, oi? O 1989 continua na minha lista de mais ouvidos do ano, assim como em 2014 e provavelmente vai estar na de 2016 também. Eu sempre gostei dos álbuns da Taylor em picadinho, nunca como um todo, nunca todas as músicas (sorry RED, sorry Speak Now), mas o 1989.. O NINETEEN EIGHTY-NINE MEU DEUS… Até rendeu uma série de crônicas aqui no blog (ainda em andamento). Nem vou prolongar muito, né? Melhor.

Favoritas: “Style” (por motivos óbvios), “Welcome To New York”, “Out Of The Woods”, “I Know Places”, “Clean” e “New Romantics”

Hailee Steinfeld – HAIZ (EP)

Outra descoberta boa de 2015! Quando a Haiz lançou o single de estreia, “Love Myself” e todo mundo caiu na dança eu soube: essa menina ainda iria me fazer de escravo. Dito e feito! O Vinícius me avisou que o EP estava pra sair no dia em que o EP estava programado para lançar e eu de boas na aula surtei! As músicas são tão gostosinhas e me fazem pensar melhor em um lado meu que até pra mim é um pouco desconhecido. (Valeu, Vini!)

Favoritas: “Love Myself”, “You’re Such A”, “Hell No’s and Headphones” e o meu tema HESSA favorito: “Rock Bottom” – eu poderia ter dito todas logo de cara?


BÔNUS:

Hilary Duff – Breathe In, Breathe Out: Esperei tanto pelo retorno da Hilary no mundo da música que quando aconteceu, ainda na época dos primeiros singles eu não me animei muito, porque não eram muito uma vibe que eu queria ouvir… Aí ela anunciou que tava compondo com a Tove Lo e toda a minha expectativa quando ao BIBO mudou! Não é o melhor disco do ano, mas até que dá pra aproveitar bastante as faixas que ela decidiu repaginar e colocar no álbum.

Favoritas: “Stay In Love” (essa eu ouvi numa sofrência que eu nem sei por quê), “Lies”, “Arms Around a Memory”, “Sparks” e “One In a Million”

Kelly Clarkson – Piece by Piece: Eu comprei o disco da Kelly às cegas quando o João Luis me indicou dentro da Livraria Cultura. Eu já imaginava que iria gostar por que eu sou apaixonado pelo anterior e tinha gostado do que já havia ouvido até aquele momento, mas confesso que foi uma surpresa realmente ficar viciado em diversas faixas do disco. Por favor Kellyzinha, não deixe o PBP morrer!

Favoritas: “War Paint”, “Heartbeat Song”, “Piece By Piece” (versão do álbum e não a do clipe), “Nostalgic” e “In The Blue”

Esse post deveria ter saído na última semana do ano, mas vocês me conhecem, né? Mais posts de retrospectiva serão postados no mês de janeiro e quem tá inscrito na mailing list do blog (ali no canto, já se inscreveu?) vai receber alguns deles com bastante antecedência!

Espero que tenham lido gostado da lista! Comentem quais vocês mais ouviram e se foi também algum dessa lista, me conta qual?

*Como de praxe, tem mais fotos dos cds no meu Flickr, corre lá dar uma olhada! 😉

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07/12/2015
por Douglas Vasquez
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ou apenas um post sobre como eu perdi o controle das minhas séries favoritas.

Em novembro do ano passado, a minha casa foi assaltada, como vocês já sabem (eu mencionei isso diversas vezes em outros posts) e com tudo o que foi levado, meu amado notebook foi junto e era lá que eu tinha todo o controle de quais episódios parei em cada série. Fiquei alguns meses sem ver nada (é triste, eu sei) e por isso atrasei tudo. Quando comprei um novo, simplesmente já não sabia onde tinha parado exatamente em cada um delas e até hoje não sei.

Veja bem, eu tive um ano pra colocar tudo em dia e não coloquei. Assisti alguns episódios de Pretty Little Liars, mas foi só, a série está (pelo menos onde eu parei) tão repetitiva que nem me dá ânimo de continuar. Com aulas e trabalho, não vou dizer que simplesmente não tenho tempo de ver, por que eu tenho sim. Só que eu prefiro deitar e dormir durante esse tempo, do que colocar em dia as séries que eu nem sei onde parei e estão com o enredo tão fraquinho que nem a minha lealdade me instiga a ir atrás.

Mas é claro que eu sendo euzinho, não fico sem ver nada e adivinhem o que eu faço? Começo mais séries pra assistir no lugar de continuar as que já assistia. Aí a lista só aumenta, né?

E não me arrependo nenhum pouquinho! Estou lá todo feliz vendo as dezenas de episódios novos de séries ineditas na minha vida até que alguém comenta: “E aí Douglas, onde é que você está em The Vampire Diaries?” e todo o meu ser murcha. Me arrependo de todas as horas que poderia ter colocado em dia (só pra constar: ainda nem vi a sexta temporada, quem dirá a sétima). Há quem diga que nunca havia imaginado ouvir isso saindo da minha boca. Eu mesmo não acredito que estou admitindo isso neste blog.

Anyway, vamos ao que realmente interessa? Por que esse post é na verdade pra admitir meu fracasso listar as séries que eu comecei e as que eu pretendo (PRETENDO, deixando claro) voltar a ver.

HOW TO GET AWAY WITH MURDER

MEU DEUS NOSSA SENHORA COMO É QUE EU NÃO ME RENDI À ANNALISE ANTES?! Foi a primeira coisa que eu pensei quando já havia visto cinco minutos da série. Sem brincadeira. Eu sempre amei séries investigativas/direito/afins (há uns 6 anos eu acompanhava fervorosamente episódios de CSI e White Collar, é) e fiz a Alice quando caí no buraco chamado “HTGAWM”. Não me arrependo nadinha, in fact, em três dias já cheguei no episódio mais recente dos EUA. Pra quem quiser saber mais sobre a série, recomendo esse post aqui do Vinicius (que só falava disso comigo nas últimas semanas) e que me representa muito bem nesse momento.

SUPERNATURAL

Já faz uns meses e eu já “abandonei temporariamente”, mas pra quem não sabe, houve um tempo obscuro em que tudo o que eu fazia da vida era ver Supernatural e ir trabalhar. Vi sete temporadas de uma vez, quase uma por fim de semana – ou uma por semana, enfim. Me rendi à Sam e Dean que eu nutria um preconceito enorme e agora sei todos os truques pra exorcizar demônios, manter fantasmas longe e todo o tipo de criatura supernatural que já apareceu por aquele bestiário. Sinto tantas saudades dos Winchester! Prometo que antes do fim do ano volto a ver <3

THE FOSTERS

Parece que esse foi o ano de cair em buracos chamados séries novas, né? Essa foi outra. Nesse post de agosto, eu comentei sobre ela e que já estava assistindo, que mais uma vez foi indicação do Vini. Estou na segunda temporada, porque a Callie começou a ser uma garota chata de novo e me deu nos nervos, mas fora isso, recomendo forte <3 Um dos meus ships favoritos estão aí!

AMERICAN HORROR STORY

Confesso que nem terminei de ver Freak Show. Pra uma temporada que tinha tudo pra ser de arrepiar e dar literalmente um show de horrores, deixou a desejar. Pulei, passei, e comecei a ver HOTEL. E GENTE O QUE É AQUELA CONDESSA VIVIDA PELA MARAVILHOSA LADY GAGA? Apaixonei! Eu nem sou fã dela, mas tô aplaudindo em pé a atuação na série que não poderia ser de outra pessoa, só dela! Vejam gente! Tem morte, tem bizarrice, tem criancinhas albinas que chupam sangue e o melhor: tem Matt Bomer. Vai, agora!

SCREAM QUEENS

Depois que eu fiquei órfão de Glee (vou fazer um post sobre isso depois), Ryan me presenteou com uma série que começou incrivelmente bem, cheia de humor negro, terror trash, roupas incríveis e muitos gritinhos à lá Chanel #1. Mesmo que a série esteja dando uma despencadinha no que prometia e ficando bem boring, é mais uma que eu vejo full time. E tem Lea Michele gente!!!

Só pra matar a curiosidade e pra me cobrar a retomar as séries que são de raízes na minha vida, aqui vai uma listinha:

PRETTY LITTLE LIARS

(Eu odeio a Aria, aliás)

Não sei exatamente onde parei. Quinta temporada? Maybe. Só sei que já tava tão chatinha com essa história de Alison mentirosa, Alison manipuladora, Alison, Alison, Alison que eu nem tô muito a fim de ver as longas enrolações só pra chegar na revelação da Big A (que eu meio já sei quem é, thanks Gui). Vale a pena? Será? Só pra situar quem não sabe: eu sempre fui meio bléh com PLL, começava, parava, voltava e viciava… enfim.

THE VAMPIRE DIARIES

Elena morreu? Morreu, mas eu não vi isso ainda. Parei na season finale da quinta temporada e a sexta tá aí lindinha com Nina Dobrev se despedindo de vez (ainda não superei a morte da rainha Katherine) me esperando pra maratonar de madrugada como eu sempre fiz.

ONCE UPON A TIME

Meu xodózinho <3 Essa eu sei mais ou menos onde parei e acho que de todas é a que eu vou voltar a ver mais rápido. Se não me engano, ainda tô naquele dilema de rainha do gelo… Quero muito ver a Dark Swan! VEM OUAT, MY BODY IS READY!

UPDATE: Eu escrevi esse post há duas semanas e até o presente momento eu já voltei a ver OUAT <3 4B me espera!

NASHVILLE

Ninguém que eu conheço vê Nashville. Pois vocês todos deveriam. Tem música, mas não é musical, tem romance (muito ((((((muito mesmo))))), tem morte e traição, tem adolescente rebelde, tem gays, tem Hayden Panettiere (!!!) e é sobre o mundo country. Vem gente, só vem, por favorizinho. Essa tá como última na lista por que eu já voltei a ver. Estou no segundo episódio da terceira temporada, enquanto a série já tá quase no fim da quarta, ops! Mas é outra que eu acompanhava religiosamente. Sdds voz e violão sdds

Já tá grande demais, né? A lista continua e eu vou escrever uma segunda parte sobre isso, por que eu já lembrei de muito mais séries que eu vejo/deixei de stand-by, ops. Estava com saudades de escrever sobre séries pra vocês. E aí, alguém sofre do mesmo problema que eu? Vê alguma dessas séries? Devo parar? Devo continuar? Durmo? Me contem.

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