06/04/2016
por Douglas Vasquez
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Vocês já ouviram o álbum de estreia da falsiane que saiu da One Direction há 1 aninho atrás pra ser um “garoto normal de 22 anos” e agora é mais conhecido como ZAYN?

A questão é que eu ouvi. E venho ouvindo desde que vazou semana retrasada por motivos de: o disco é bom, é mais pop do que R&B e se você ignorar (ou excluir) as músicas que beiram o esquisito (‘INTERMISSION: flower‘ e derivadas), dá até pra dançar com os amigos ou seja lá o que vocês fazem quando sentem a música por todo o seu corpo.

Desde que o ZaYn saiu da banda eu tenho nutrido um sentimento de amor e ódio com ele. Odeio as tatuagens e ainda me pergunto que diabos deu na cabeça dele pra tatuar a testa. Não estou julgando quem tem tatuagens, por favor, eu sou fã da série After. Momentos. Mas ele é MUITO talentoso e talento é inegável, né migos? Sempre disse e nunca neguei que a voz dele sempre me deixou arrepiado embalando o lead das minhas músicas favoritas da 1D — desculpa, Harry!

Quando a música “iT’s YoU” saiu, como uma promo track no iTunes e tudo quanto é stream de música por aí, eu me apaixonei. Um total de: zero dos meus amigos gostaram da música. In fact, todos eles fizeram questão de deixar bem claro que preferiam dormir ao ouvir a música, o que meio que dá na mesma.

Gente, sério que vocês não curtiram esse hino contemporâneo que só parece passivo, mas na verdade é bem uma declaração cara de pau, “o problema não sou eu, é você“?

O clipe é todo em preto e branco, com a velha história “eu sou a vítima aqui” e a atriz Nicola Peltz, que tá bem caracterizada como a deusa Perrie Edwards. Ah, ele já declarou que a música é sim sobre ela, aliás.

Eu pretendia fazer um álbum review do “Mind Of Mine“, mas sei lá, talvez assim seja melhor, né? Não tenho muito a acrescentar pra metade das faixas que eu escolhi ignorar.

Voltando a baladinha quero ser Lana Del Rey: é tudo o que eu conseguia escutar por dias, é sério. MUITOS dias! E assumo que de fato só decidi que iria comprar o disco por causa dela… Ops. É contagioso? Me pego >cantando< sem culpa alguma as notas sussurradas e agudas e pasmem, eu nem acho que desafino tanto assim, tá? Oh @god.

As minhas outras faixas favoritas são “sHe“, porque vamos combinar, é TUDO de bom! “sHe looks somebody to love, to hold her. sHe looks somebody to love, in the right way“, tá na playlist FOREVER! Embora achei bem presunçoso e me senti ofendido ~tenho motivos?~ quando ele canta “sHe’s crying now ‘cause she loves me, holding my hands so I won’t leave, ‘cause baby don’t wanna be lonely, sHe says ‘I just want you to hold me'”, mas tá, a música é ótima e eu danço muuuuuuuito no chuveiro.

TiO“. QUE. MÚSICA. É. ESSA? SEM OR. Na última semana eu li um artigo na Cosmopolitan em que o título é “Zayn really wants you to know he’s having sex” e eu concordo muito. Ele quer mostrar que cresceu, cantando sobre sexo, drogas e bebida; quer mostrar até demais. Porém isso rendeu maravilhas como “TiO”, que nada mais é do que “Take it Off” disfarçado, tá? A batida da música é sexy e bastante convidativa a dançar, assim como seus vocais que soam determinados e indecentes.

Outra que me deixou de cabeça pra baixo é “LIKE I WOULD“, com uma letra óbviamente patética, do meu ponto de vista, mas que me tira do chão logo no “Heeeeeeeeeeeeeeee, won’t touch you LIKE I WOULD“. Assim como “BeFoUr” que é uma tacada de gênio e que de maneira nenhuma ataca os meninos da banda, onde ele canta que “já fez isso antes” [lançar um álbum], “mas não dessa maneira” [tão autêntica] <3 Pelo menos isso, né garoto normal de 22 anos? (Acho que ele já tem 23?)

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Comecei o post pra falar da minha obsessão por “It’s YooooooOOooooOooooOOOou” e acabei fazendo uma pequena review das minhas faixas favoritas. Is it too late now to say sorry? Pra encerrar, também gosto muito de ouvir a intro chamada de “MiNd Of MiNdd“, “rEaR vieW“, “dRuNk“, “fOol fOr YoU” (QUE MÚSICA GENTE, QUE MÚSICA!) e “lUcOzAdE” — que eu não faço ideia do que signifique e acabo sempre pulando lá perto do final. Vou googlar agora.

UPDATE: Lucozade é um energético. E eles querem criar uma edição especial: LucoZayn…

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04/04/2016
por Douglas Vasquez
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GIRL ONLINE, 2014 | ZOE SUGG | PENGUIN BOOKS | 345 PÁGINAS | ISBN 978-0-141-35727-0

A primeira vez que eu ouvi falar do “Girl Online” foi em um dos vlogs da Zoella. Eu acompanho a vlogueira britânica há anos e por lá, essa onda de Youtubers publicando livros aconteceu anos antes do que aqui no Brasil. Ao contrário dos seus colegas, Zoe escreveu um livro que não fala diretamente sobre si, como uma auto-briografia.

No primeiro livro da série “Girl Online”, Penny Porter enfrenta os mesmos problemas de auto-confiança e ansiedade que Zoe sempre deixou abertamente claro que sofre — além de ter um blog, onde compartilha todas essas inseguranças sem revelar a sua identidade, referindo-se apenas como Girl Online; mas de forma alguma é auto-biográfico.

Sendo uma garota que ainda está no colegial e vive na costa em algum lugar da Europa, Penny adora fotografia e é de certa forma é obrigada a tirar fotos da peça teatral que o seu colégio está apresentando. Como uma garota insegura, ela também é bastante atrapalhada e não gosta de chamar atenção — e tudo piora quando ela tem que fazer tudo isso em frente ao seu crush, que lidera a encenação toda. É claro que alguma coisa dá errado e ela é humilhada publicamente, e logo depois, virtualmente também, fazendo com que ela se feche completamente e faça de tudo para fugir da situação.

“Toda vez que você publica algo você tem uma escolha. Você pode fazer algo que acrescenta para os níveis de felicidade no mundo — ou você pode fazer algo que a toma.”

Os pais de Penny planejam eventos em geral na Inglaterra, mas são contratados por um casal muito rico para planejarem seu casamento… Em Nova York, com tudo pago. É a situação perfeita para Penny fugir do caos que a certa no momento, fazendo com que ela arraste seu melhor amigo gay, Elliot, para outro continente.

Em Nova York ela é outra garota, onde conhece o charmoso Noah, um cara mais velho do que ela que a ajuda a controlar seus ataques de pânico. Enquanto vivencia o melhor que Nova York pode oferecer, Penny compartilha todas as suas experiências em seu blog e são estes pequenos posts que se encontram no meio dos capítulos que tornam a história ainda mais interessante, complementando o enredo.

Ela se vê em um dilema quando chega a hora de voltar pra casa — e voltar a realidade. Porém, tudo desmorona quando grandes segredos são revelados e ela precisa controlar sua ansiedade e encarar uma grande situação. Seu namorado talvez não seja quem ela pensou que fosse, sua amizade com Elliot pode estar por um fio, sua vida virtual está de ponta cabeça e ela tem que descobrir qual dos seus amigos do colégio é a falsiane da história toda.

“É um mundo onde as pessoas pensam que está tudo bem se esconder atrás de seus monitores e usernames e dizerem coisas horríveis sobre uma pessoa que não conhecem. […] Então, da próxima vez que você for postar um comentário ou atualizar algo ou compartilhar um link, pergunte a si mesmo: ‘isso irá acrescentar algo bom no mundo?’ Se a resposta for não, então por favor delete. Já existe tristeza demais no mundo. Você não precisar adicionar mais uma.”

O livro é muito delicinha de se ler e foi o primeiro livro que li completamente em inglês, I’m proud to say. A leitura é leve e embora não pareça tão emocionante, você sempre fica curioso pra saber quais são os dilemas que pairam sobre a cabeça de Penny, que questiona e critica a prática do cyberbullying. A dinâmica dos posts nos capítulos são um ponto de ar fresco e faz com que tudo soe mais autêntico, te fazendo mergulhar na história e enxergar um outro lado da Garota Online; a única coisa que me incomodou foram os balões das mensagens que os personagens trocam em pontos da história, eles parecem sempre puxados pro lado errado (?).

Eu comprei o livro na Livraria Cultura, é a versão britânica da Penguin de capa dura (sem a jacket da americana) e paguei um preço bem salgadinho, embora eu acredito que tenha valido a pena. No Brasil o livro ganhou o título de “Garota Online” e foi publicado pela Verus Editora.

O segundo livro, “Girl Online: On Tour” foi lançado em Outubro do ano passado e eu também já comprei a minha cópia, ainda não li, mas quando o fizer postarei uma resenha aqui no blog cheio de fotinhas também.

Você pode conferir mais fotos do livro no meu Flick! 😉

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28/03/2016
por Douglas Vasquez
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Hey galerinha, como vai?

Começou a operação com foco no canal do Youtube! E não poderia ter começado o ano (três meses depois? oi? ops) de uma maneira melhor do que com ela: Manu Gavassi! Fui ao show da sua primeira turnê EVER — e também a sua volta aos palcos após dois anos focando na carreira de atriz — que trouxe uma roupagem completamente nova para suas músicas, além de cinco faixas do seu killer extended play, “Vício”.

Quer ver tudo o que rolou? Puxa uma cadeira e senta, porque a cobertura foi looooonga — e com direito à backstage logo após o show! Sim! A Manu me contou algumas coisas sobre o que vem por aí. Dá o Play!

Espero que vocês gostem deste tipo de vídeo no canal, porque até agora eu não superei o meu bloqueio em sentar em casa e gravar um vídeo “comum” pra vocês… Gosto mesmo é de sair cobrindo eventos e tal. Beleza?

A turnê ainda vai passar por diversas cidades e você pode conferir todas as datas no site oficial. A irmã da Manu, Catarina Gavassi (uma fofa [e menor do que eu :o]), está colaborando com o figurino da turnê, se você tiver interesse nesse lado da moda, pode conferir todo o processo e looks lá no Instagram @ProjetoVício!

Nossa mais nova criação para a #VícioTour! quem curtiu? 🙋🏻💖

Uma foto publicada por Projeto Vício (@projetovicio) em

 

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