05/06/2017
por Douglas Vasquez
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Como vai? Ainda se lembra de mim? Eu venho procrastinando escrever por aqui por motivos que nem mesmo eu sei dizer – e talvez isso também seja uma das razões. “Ih, já faz um mês que eu não publico nada no blog. Talvez se eu não entrar lá, não vou ter que me martirizar pelo tempo”, foi só uma das coisas que passou pela minha cabeça quando alguém mencionava este espaço ou quando eu terminava de ler um livro novo e sabia que deveria ter feito algumas anotações no decorrer da história para construir uma resenha interessante depois.

Apesar de blogar há quase uma década inteira (eu sei, alguém ainda faz isso ou todo mundo migrou para os vídeos?), manter uma periodicidade na internet nunca foi o meu forte, vocês já devem ter notado.  Eu quero escrever aqui um conteúdo que seja prazeroso para vocês, e para mim também, e por me pressionar tanto para escrever um texto que talvez algumas dezenas de pessoas irá ler e guardar para si mesmas (alô, gente! vamos comentar? hehe) ou que simplesmente será ignorado pela timeline do Facebook de vocês – por que a gente tem que saber qual é a próxima diva pop que vai flopar no mercado, né? – me afasta cada vez mais deste espaço que eu criei.

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Eu tenho inúmeras ideias sobre o que escrever, por volta de quatro ou cinco livros para resenhar (e um deles acompanha um conteúdo exclusivíssimo com o próprio autor) e alguns vídeos editados pela metade para finalizar, mas a falta de auto-confiança e o medo de estar fazendo papel de bobo na internet me fazem estagnar e largar rascunhos de posts apenas com o título escrito e abrir correndo a Netflix para continuar a maratona de seja qual for a série que eu esteja envolvido no momento. “Isso é relevante?”, “minhas resenhas convencem alguém a ler algum dos livros que indiquei?”, “se as editoras parceiras me escolheram para enviar seus livros é porque meu conteúdo não deve ser tão ruim, certo?”, questionamentos e questionamentos rondam a minha cabeça para no fim permanecerem sem respostas.

É muito gratificante quando recebo o feedback pelo trabalho que faço nesse ciberespaço. Quando alguém (geralmente minhas amigas) fala que adorou minhas indicações do série do post anterior ou que mandei muito bem ao falar sobre as leituras atuais lá no InstaStories (já me seguiu?), essas perguntas encontram suas respostas e eu entendo, vale a pena pagar o preço dos poucos comentários. Eu sei que você está me lendo, tenho acesso à todas as estatísticas: o que você clicou aqui dentro, de onde você veio, o que pesquisou, qual post compartilhou… Então eu sei que você está aí, do outro lado da tela e é com você que eu falo agora.

Aqui embaixo está um formulário que me ajudará a entender o que você gosta de ler quando vem até o blog. Eu sei que é um grande clichê, e assim como sempre preguei no AC, clichês não são nada vergonhosos. Ao responder todas as perguntas, que levam poucos minutos, você me ajudará a decidir as pautas principais e as secundárias, quais conteúdos eu terei que melhorar e o que deveria ficar de fora.

A bola está com você agora, me ajuda?

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