30/04/2016
por Douglas Vasquez
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Desde o falecimento da Maggie eu acreditei que demoraria muitos anos até ter um gato em casa novamente. A memória dela ainda estava muito fresca em minha mente e a forma como ela nos deixou foi bastante traumatizante. Não desejo para ninguém ver o que eu vi, sentir-se impotente, sem poder reverter e ajudar um animalzinho querido. Aí apareceu a Katy.

Simples assim. Mais uma vez, eu não escolhi minha companheira felina, ela me escolheu.

O nome Katy não foi escolha minha também, embora tenha muito a ver comigo, foi a minha mãe que decidiu o nome por que ela também gosta da Katy Perry, assim como eu! Imaginem a minha cara de surpresa quando ela soltou a ideia no ar? Eu estava me segurando pra não sugerir os nomes das personagens e cantoras que eu gosto tanto (escolher nome é aquele dilema, né?) e ela logo de cara fala: “KATY PERRY!” hahahaha Por pouco o Perry não fica também.

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E não é que ela tem mesmo carinha de Katy?

Meu primeiro encontro com ela foi 1 semana antes, quando o meu irmão encontrou-a na rua de casa e a levou para mim; é claro que meu pai botou ele pra correr com a gata a fora. O negócio é que meu pai e meu irmão do meio tem alergia à gatos. Mas em um belo sábado de manhã, eis que uma bolinha de pelos laranja, desnutrida e beeeeeem assustadinha se enfia embaixo de um carro em frete a minha casa e não para de miar.

Com tantos cães rondando a rua, ela se encaixou logo embaixo do metal que cobre a roda do carro (como que chama isso? s o s) e a minha mãe correu me chamar para ajudar a gata. Ela já tava querendo ficar com a gata desde a primeira aparição dela, eu tenho certeza e só precisava de um pretexto pra acolhe-la. Quando levei Katy para dentro de casa, não pensei duas vezes e e nem pedi ao meu pai dessa vez (também não havia pedido quando adotei a Maggie (: ) e mais assustada ainda por estar rodeada de pessoas, ela correu para baixo do sofá.

Foi questão de tempo para ela se acostumar com a atenção toda (e com meu irmão de dois anos que até hoje usa e abusa da coitada) e logo já estava dormindo no colo… do meu pai. Isso mesmo! Ele ainda implica com ela, diz que vai colocar pra adoção, mas vive me ajudando a salvá-la quando sobe na árvore que tem aqui na frente de casa. No fundo, ele também a ama muito. E minha mãe, então? É o xodó dela! Bem mais do que eu, afinal, eu passo o dia fora trabalhando e estudando enquanto ela fica o dia todo em casa cuidando dela. #ciúmes

katy-kat-aquelecliche

É uma experiência totalmente nova, afinal, dessa vez eu a adotei ainda filhote. A primeira noite dela em casa sempre será inesquecível. Era o aniversário da Grazy e depois de muitas Skol Beats (e muitos Just10 na festa dela) eu fui pra casa (meio bêbado talvez) e passei a noite com a gatinha dormindo na minha barriga e algumas vezes ela colocava na cabeça que o lugar mais aconchegante era o meu pescoço (?).  Era uma noite bem quente e eu escorria de suor, mas é aquele ditado: fazer o que, né? Hoje ela prefere o vão do sofá e raramente dorme na minha cama, filhos…

Eu não a apresentei formalmente aqui no blog até agora porque talvez eu não estivesse preparado para substituir as minhas menções à Maggie por Katy. Mas está na hora. Preparem-se para muitos updates na incrível vida felina de Katy the Kat (sim, sou muito katycat mesmo, não me processa CoverGirl [entenda clicando aqui]), pois a partir de agora ela é oficialmente o mascote clichê e terá muitos featurings no conteúdo que eu criar. Aliás, ela fez uma ponta nessa foto que eu postei no Instagram e fez muito sucesso, viu? haha

Katy é gender-free, será castrada logo logo e continua a me surpreender todos os dias… E a dar trabalho à noite também! Desculpa mãe! Um dia reponho todos os vasos e flores quebrados pelas aventuras noturnas da nossa felina!

SNAPCHAT COM A KATY

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